Sonho (poema coletivo dois) by: Triunvirato Literário

Padaria do seu Joaquim
Onde os sonhos não dormem
e rios de chocolate fluem
em pedras
o peixe nada
a pedra chora
e eu grito: não faz sentido!
Peguem aquele cachorro!
Corra! coma! Coma denovo!
Coma-me! Devoro-te!
Uma quimera de sonhos
e um sonho para uma quimera
se desfaz
em flocos de creme
Que esfriam meu sorvelado coração.
Alguma coisa enorme...
Uma montanha gelada de jujubas
no frio das sete cores vivas
e nas sete noites: vidas.
Nas lemolisas andantes: nem só de pão vive o homem.
Nem do significado da palavra
realiza sonhos...
eu não tenho um sonho na bolsa
e, não tenho um texto, só
um sonho, uma poesia.

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